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Relheiras de São Brás PRC8TER

Tipo: circular
Dificuldade: fácil
Distância: 5Km
Duração: 2h
Altitude (Min / Máx): 195m / 277m

 

Como Chegar

Aproximadamente ao quilómetro 13 da Via Vitorino Nemésio, siga para São Brás/Fontinhas. Posteriormente, siga as placas que indicam “Zona de Lazer”. O trilho inicia-se junto ao parque de merendas de São Brás. Situa-se a cerca de 17 quilómetros, por estrada, do centro de Angra do Heroísmo.



Equipamento Recomendado

Calçado apropriado para caminhadas, impermeável, chapéu, protetor solar e água.



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Galeria

Este trilho encontra-se parcialmente inserido na Área Protegida para a Gestão de Habitats ou Espécies do Biscoito das Fontinhas e tem o seu início e fim no parque de merendas de São Brás.

Logo no início, encontrará as relheiras – marcas de passagem dos carros de bois – que dão nome a este percurso. Neste local, existe também uma mancha florestal, que apresenta um grande número de espécies endémicas de artrópodes, sendo também possível observar algumas das espécies de flora endémica e nativa dos Açores.

Ao sair do parque de merendas, onde está o painel informativo, vire à direita, pelo asfalto por cerca de 200 metros e encontrará um marco com uns antigos rodados de carro de bois, que representa os veículos responsáveis pelas relheiras.

Continue pela canada de terra batida à esquerda. Durante o percurso irá observar o basalto recortado pelos rodados dos carros de tração animal que no passado transportaram a lenha para abastecer as populações. Neste local existe uma mancha florestal localizada no complexo vulcânico mais antigo da ilha, onde habitam algumas espécies endémicas de artrópodes, como o escaravelho-cascudo-da-mata (Tarphius relictos) e a cigarrinha-das-árvores (Cixius azoterceirae). A partir deste ponto, a flora também se vai evidenciando, com algumas das espécies endémicas e nativas dos Açores, como a urze (Erica azorica), o louro-da-terra (Laurus azorica) e a faia-da-terra (Morella faya).

Chegando à Fonte do Cão, observará uma interessante cavidade provida de água, que funcionava como um “reservatório” onde, no passado, os cães saciavam a sua sede quando acompanhavam os seus donos e as juntas de bois. Aqui, vire à esquerda para um atalho estreito.

Mais à frente, atravesse uma cancela que o leva a um caminho de terra batida que alterna com troços de asfalto, devendo caminhar cerca de 2 quilómetros até chegar ao fim deste percurso. Aproveite para lanchar no aprazível parque de merendas onde teve início o percurso.
 

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