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Montanha do Pico

Tipo: Circular
Dificuldade: Difícil
Distância: 7,5Km
Duração: 7h
Altitude (Min / Máx): 1230m / 2351m

 

Como Chegar

Partindo da igreja da Madalena e seguindo para sudoeste em direção ao edifício dos Correios (CTT), percorra cerca de 1 quilómetro até chegar a um cruzamento, no qual deve virar à esquerda seguindo a sinalética indicando "Montanha". Siga nessa estrada por cerca de 12 quilómetros e encontrará, à direita, uma estrada secundária pela qual deve seguir, sem fazer nenhum desvio por cerca de 5 quilómetros até encontrar à direita um edifício em pedra, a Casa da Montanha.



Equipamento Recomendado

Calçado apropriado para caminhadas, casaco, impermeável, chapéu, protetor solar, água, comida energética, óculos de sol, gorro, luvas, bastões de caminhada. Em caso de pernoita: tenda, saco cama, lanterna, roupa quente.



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Galeria

A Montanha do Pico constitui o ponto mais alto de Portugal, com 2351 metros de altitude, e encontra-se classificada como Reserva Natural. O trilho começa e termina na Casa da Montanha, a 1230 metros de altitude.

De acordo com o Regulamento de Acesso à Montanha do Pico, os visitantes poderão realizar este percurso de duas formas: autonomamente ou através de um serviço prestado por empresas de animação turística, agências de viagem ou empresas proprietárias ou exploradoras de empreendimentos turísticos, através de um guia.

Para obter autorização de subida, deverá dirigir-se à Casa da Montanha, à sede do Parque Natural do Pico, ao quartel dos Bombeiros Voluntários da Madalena ou ainda em http://servicos-sraa.azores.gov.pt/gamp.

 

O trilho começa e termina na Casa da Montanha, a 1230 metros, atingindo o cume aos 2351 metros de altitude (o ponto mais alto de Portugal) e termina com o regresso ao ponto inicial.

Durante esta caminhada poderá observar a Furna Abrigo, um cone de escórias soldadas composto por um algar com cerca de 40 metros de profundidade e uma galeria que servia de abrigo aos caminhantes que se aventuravam na montanha. Ao longo da subida é possível observar habitats naturais com raros endemismos, como as espécies Calluna vulgaris (rapa) que é acompanhada por Thymus caespititius (tomilho) e Daboecia azorica (queiró).

À medida que os caminhantes progridem na subida, a vegetação começa a apresentar-se mais escassa, dispersa e de dimensões mais reduzidas, sendo que apenas algumas espécies conseguem sobreviver à dureza do clima no topo da Montanha. É de salientar a espécie Silene uniflora cratericola (bremim-da-montanha), uma subespécie endémica que só existe na cratera da Montanha do Pico.

As várias formações geológicas que se podem observar ao longo da subida são de grande importância. Aos 2050 metros de altitude pode-se observar uma cratera fóssil e, no cume, uma cratera-poço, o cone do Piquinho com as suas lavas em tripa e uma fissura eruptiva, com escórias lávicas na sua envolvente.

 

Regulamento de Acesso à Montanha do Pico

http://parquesnaturais.azores.gov.pt/images/pni_pico/Ficheiros/PortariaN_29-2016.pdf

 

Normas de conduta na Montanha do Pico:

http://parquesnaturais.azores.gov.pt/pt/pico/o-que-visitar/centros-de-interpretacao/casa-da-montanha/110-pni-pico/705-normas-de-conduta-na-montanha-do-pico

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