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Cultura da Vinha - Ponta do Mistério

Área de Paisagem Protegida

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Esta área protegida ocupa cerca de 77 hectares, não integrando o núcleo de veraneio de Baía de Canas, e é composta por uma plataforma lávica (fajã) que resultou da erupção vulcânica de 1562-64 (Mistério da Prainha).

Após a erupção, esta nova área terrestre foi ocupada por vinhas que pertenciam aos frades franciscanos sedeados no convento de São Pedro de Alcântara, na vila de São Roque do Pico.

No interior e periferia destas vinhas existem canadas antigas que ligavam esta zona à vila de São Roque e ao lugar da Prainha de Cima. Encontram-se também pequenos edifícios de pedra com lagares e descansadouros (estrutura utilizada para descanso que permitia aos vindimadores pousar os cestos que traziam à cabeça, cheios de uva, e voltar a colocá-los sem ajuda), os quais testemunham a produção de vinho neste local.

O seu acesso realiza-se por uma encosta extremamente declivosa determinando que esta paisagem constitua um anfiteatro voltado para o mar e para a ilha de São Jorge.

Atualmente trata-se uma zona abandonada onde a vegetação alta esconde os muros de currais de vinha e com inúmeras adegas com lagares.

É um geossítio do Geoparque Açores – Geoparque Mundial da UNESCO e integra a Área Importante para as Aves e Biodiversidade (IBA) Mistério da Prainha da organização BirdLife International.

Classificações:

IBA

Geossítio

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