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Mistério da Prainha

Reserva Natural

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Galeria

Inserido no Complexo Vulcânico São Roque – Piedade, o Mistério da Prainha, com cerca de 716 hectares, teve origem numa erupção vulcânica que se iniciou em setembro de 1562 e terminou em 1564, tendo sido a mais longa erupção histórica dos Açores.

Nesta Reserva Natural, é possível encontrar hornitos (pequenos cones de salpicos de lava), cones de escórias vulcânicas, grutas e diversos campos de lavas pahoehoe sobre os quais se desenvolveram diversos cobertos vegetais com elevada concentração de plantas endémicas: Arceuthobium azoricum (espigo-de-cedro) e Daboecia azorica (queiró).

Destes cobertos vegetais destacam-se as formações dominadas por Erica azorica (urze) e Juniperus brevifolia (cedro-do-mato), designadas por matos macaronésicos endémicos, e as formações dominadas por Deschampsia foliosa, Holcus rigidus (caniça) e Festuca francoi (bracel-do-mato), designadas por prados orófilos macaronésicos.

É possível também observar diversas espécies de avifauna como Fringilla coelebs moreletti (tentilhão) e Buteo buteo rothschildi (milhafre), protegidas pela Diretiva Aves, e ainda as espécies Turdus merula azorensis (melro-preto), Regulus regulus inermis (estrelinha) e Columba palumbus azorica (pombo-torcaz dos Açores). Estão também presentes a espécie Nyctalus azoreum (morcego dos Açores), protegida pela Diretiva Habitats, e diversas espécies endémicas de artrópodes como Minicia floresensis (aranha) e Tarphius tornvalli (escaravelho).

Esta reserva natural está incluída na Zona Especial de Conservação (ZEC) Montanha, Prainha e Caveiro e na Zona de Proteção Especial (ZPE) Zona Central do Pico no âmbito da Rede Natura 2000 e na Área Importante para as Aves e Biodiversidade (IBA) Zona Central do Pico da organização BirdLife International, bem como no geossítio prioritário Planalto da Achada do Geoparque Açores – Geoparque Mundial da UNESCO.

Classificações:

Rede Natura 2000

IBA

Geossítio

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