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Fajã Lopo Vaz PR4FLO

 

 

Este percurso começa e termina junto ao Miradouro da Fajã de Lopo Vaz. Durante a caminhada poderá observar pequenas quedas de água. As principais espécies faunísticas possíveis de observar são essencialmente aves dos Açores e poderá deparar-se com belos exemplares de flora endémica, assim como algumas espécies introduzidas. Um aspeto revelador da ação antropogénica neste local é o seu microclima, reputado como o mais quente das Flores. Desça a partir do Miradouro da Fajã de Lopo Vaz e, após a primeira ladeira, chegará a um recanto onde corre água entre as criptomérias (Cryptomeria japonica). Mais abaixo, desça a arriba ao longo de uma escada em pedra e, mesmo em frente, consegue ver a Ponta da Rocha Alta. No seu lado direito brotam pequenas quedas de água de onde florescem agriões (Nasturtium officinale). Ao longe, consegue observar a Fajã de Lopo Vaz e iniciar a última descida rumo ao areal, onde encontrará uma praia. Para explorar a Fajã, chegando à primeira casa, em vez de ir para o areal, pode seguir em frente pelo antigo trilho, o qual divide a Fajã praticamente ao meio. Passando por pequenas casas que surgem em sítios surpreendentes, prossiga pelo caminho até este se perder nas terras da margem oeste da Fajã. O regresso tem de ser feito pelo mesmo caminho até chegar de novo à entrada do percurso, junto ao Miradouro da Fajã de Lopo Vaz.

Um aspeto revelador da ação antropogénica neste local é o seu microclima, reputado como o mais quente das Flores. De facto, produzem-se aqui as maiores bananas (Musa sp.) da ilha, para além de figos (Ficus sp.), uvas (Vitis sp.) e araçás (Psidium littorale).

 

Junto ao Miradouro da Fajã Lopo Vaz (39º22’50,5’’N ; 31º11’73,6’’O)

 

Dificuldade: média

Distância: 4 km

Duração média: 2h

Altitude: 

Altitude mínima: 2,5 m

Altitude máxima: 220 m

Equipamento recomendado: Calçado apropriado para caminhadas, impermeável, chapéu, protetor solar e água.

 

Como chegar

Partindo do edifício dos Paços do Concelho das Lajes das Flores, pela Estrada Regional 1-2, siga até encontrar uma placa com a indicação do desvio para a Fajã de Lopo Vaz, entre os quilómetros 18 e 19.

Após entrar no desvio, prossiga até encontrar o miradouro no final da estrada sem saída, onde encontrará assinalado o início do trilho.

Desça a partir do Miradouro da Fajã de Lopo Vaz e, após a primeira ladeira, chegará a um recanto onde corre água entre as criptomérias (Cryptomeria japonica). Mais abaixo, desça a arriba ao longo de uma escada em pedra e, mesmo em frente, consegue ver a Ponta da Rocha Alta. No seu lado direito brotam pequenas quedas de água de onde florescem agriões (Nasturtium officinale). Ao longe, consegue observar a Fajã de Lopo Vaz e iniciar a última descida rumo ao areal, onde encontrará uma praia. Para explorar a Fajã, chegando à primeira casa, em vez de ir para o areal, pode seguir em frente pelo antigo trilho, o qual divide a Fajã praticamente ao meio. Passando por pequenas casas que surgem em sítios surpreendentes, prossiga pelo caminho até este se perder nas terras da margem oeste da Fajã. O regresso tem de ser feito pelo mesmo caminho até chegar de novo à entrada do percurso, junto ao Miradouro da Fajã de Lopo Vaz.

Um aspeto revelador da ação antropogénica neste local é o seu microclima, reputado como o mais quente das Flores. De facto, produzem-se aqui as maiores bananas (Musa sp.) da ilha, para além de figos (Ficus sp.), uvas (Vitis sp.) e araçás (Psidium littorale).