Alunos Visitam a Atafona da Canada

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Os alunos do 3º ciclo da Escola Mouzinho da Silveira visitaram o Centro de Interpretação Ambiental, no dia 11 de fevereiro. A visita dividiu-se em dois momentos, no primeiro momento o grupo visitou a exposição permanente que se encontra naquele espaço, no segundo momento os alunos deslocaram-se à atafona. Aqui os estudantes tiveram oportunidade de conhecer, uma construção típica do tempo dos seus antepassados, ficando assim a conhecer onde, e como se efetuava a produção de farinha.

Esta construção servia de apoio à atividade rural, cujo nome se deve ao engenho de moer cereais de tração animal – a atafona propriamente dita.

O edifício possui apenas duas aberturas, uma porta a nascente e uma pequena janela a poente, através das quais penetra a luz natural. O acesso faz-se a partir de uma canada, daí a designação de “atafona da canada”.

A recuperação da última atafona do Corvo, após a sua aquisição pela Região, constitui mais um motivo de interesse para quem visita a ilha e o seu Centro de Interpretação Ambiental.

Numa ilha classificada como Reserva da Biosfera, esta preservação e esta homenagem à harmonia entre a vivência do Homem e o Meio assume um significado redobrado.

Atividade Árvores Vestidas por Nós

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O Parque Natural do Corvo promoveu no domingo, dia 31 de janeiro, a decoração de algumas árvores da Vila. Esta atividade - inserida no programa Parque Aberto - foi o resultado dos trabalhos confecionados em tricot e crochet coloridos, iniciados em finais de novembro passado.

A concretização da atividade, só foi possível graças à dedicação das cerca de 15 participantes, que disponibilizaram várias tardes de domingo para a realização dos trabalhos. O grupo era muito heterogéneo, integrando pessoas de diferentes faixas etárias.

A atividade contou com as preciosas parcerias da Santa Casa da Misericórdia, que gratuitamente nos facultou a utilização do Centro de Convívio, onde o grupo se reunia (semanalmente) para efetuar os trabalhos, o Corpo Nacional de Escutas – Agrupamento do Corvo, através da participação de alguns dos seus elementos e o Artesanato do Corvo, que se responsabilizou pela coordenação dos trabalhos. A todos o nosso agradecimento.

O conjunto dos trabalhos elaborados permitiu a decoração de 5 árvores, distribuídas por diferentes locais da Vila, que assim, se manterão até que a natureza se encarregue de as deteriorar.

A iniciativa tem como tema, o respeito pela natureza e visa sensibilizar a comunidade para a importância da biodiversidade e da preservação da vegetação natural, em particular das espécies autóctones.

De papelão se faz a caixa de cartão

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Workshop de criação de caixas de cartão a partir de papelão e papel de embrulho, com o objetivo de sensibilizar os participantes para a prática da reutilização.
Inscrições limitadas até 12 de fevereiro.

Local // Centro de Convívio da Santa Casa da Misericórdia
Dias 14 e 21 // 15h

Visitando a Zona Húmida do Caldeirão

 

 

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O Parque Natural em parceria com a Câmara Municipal do Corvo, o Corpo Nacional de Escutas e a SPEA, comemoram o Dia Mundial das Zonas Húmidas, promovendo no dia 7 de fevereiro, uma visita guiada à zona húmida do Caldeirão, onde os participantes podem observar um importante e significativo ecossistema.

Este complexo é dominado por um sistema de zonas húmidas e por duas lagoas alimentadas pelas chuvas e pela água acumulada nos espessos tufos de musgão (turfeiras Sphagnum spp.). Esta área representa um elevado valor natural, cultural e turístico, sendo atualmente muito procurado para a prática do ecoturismo.

O ponto de encontro será no Largo do Ribeirão pelas 14h30 e a atividade terá aproximadamente 1 hora. Aconselha-se o uso de vestuário e calçado adequados.

A atividade é gratuita e não necessita de inscrição.

Contamos consigo.

Árvores Vestidas por Nós

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No âmbito do Parque Aberto, o Parque Natural em parceria com a Santa Casa da Misericórdia e o CNE (Corpo Nacional de Escutas – Agrupamento 1181 do Corvo), iniciaram no passado mês de novembro trabalhos de crochet e tricot coloridos.

 

O grupo, composto por cerca de 15 participantes, é muito heterogéneo, integrando pessoas de várias idades.

Após a conclusão dos trabalhos, estes serão colocados em algumas árvores da Vila no dia 23 de janeiro, onde se manterão ao longo dos próximos meses.

A iniciativa tem como tema o respeito pela natureza e visa sensibilizar a comunidade para a importância da preservação da vegetação natural, em particular das espécies autóctones.