Doces e Compotas Caseiros

Corvo -_Doces

Workshop orientado pelo formador Hernâni Furtado, de confeção de doces e compotas caseiros, produzidos a partir das frutas da época, para sensibilização à utilização de produtos agrícolas.

Os participantes devem levar recipientes para guardar os doces e compotas.

Inscrições limitadas até 1 de abril no Parque Natural.

This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it. // 292 596 051

 

Local // Bar do Cento Multiusos

Dia 3 abr // 14h30

Mais Endémicas no Corvo

Corvo mais_endemicas

Plantação de espécies endémicas na zona dos moinhos de vento para reabilitação do local.

 

Local // Largo do Ribeirão

Dia 20 mar // 15h

Os cagarros regressam aos Açores

Corvo -_Cagarros

O Cagarro ou Pardela-de-bico-amarelo (Calonectris borealis) já se fez notar. O seu canto voltou, recentemente, a ecoar na noite do Corvo. O som inconfundível (que alguns dizem que se assemelha com o coaxar de uma rã ou com o miar de um gato) assinala o regresso às colónias. Ao longo das próximas semanas decorrem os preparativos para a construção do ninho - que normalmente é o do ano anterior.

Terminada esta tarefa, que pode decorrer entre abril e maio, verifica-se a formação dos casais. Podem fazê-lo durante trinta anos desde que atingem a vida adulta, aos 7 anos de idade, até aos 40 anos, a longevidade máxima conhecida.

Após a lua-de-mel surge a postura de 1 ovo, normalmente entre maio e junho. Cerca de 50 dias depois acontece a eclosão do ovo e, a partir daí começam os cuidados parentais com a cria, que se poderão prolongar até princípios do mês de outubro.

Findo este período, primeiro partem os pais, e a nova e decisiva etapa inicia-se na vida do cagarro juvenil, com a saída do ninho. Esta ave, com cerca de 3 meses de idade, faz a sua primeira grande viagem de centenas de quilómetros pelo oceano, com destino ao hemisfério Sul. Este é o momento que marca o início da Campanha SOS Cagarro.

Alunos Visitam a Atafona da Canada

Corvo visita_atafona

Os alunos do 3º ciclo da Escola Mouzinho da Silveira visitaram o Centro de Interpretação Ambiental, no dia 11 de fevereiro. A visita dividiu-se em dois momentos, no primeiro momento o grupo visitou a exposição permanente que se encontra naquele espaço, no segundo momento os alunos deslocaram-se à atafona. Aqui os estudantes tiveram oportunidade de conhecer, uma construção típica do tempo dos seus antepassados, ficando assim a conhecer onde, e como se efetuava a produção de farinha.

Esta construção servia de apoio à atividade rural, cujo nome se deve ao engenho de moer cereais de tração animal – a atafona propriamente dita.

O edifício possui apenas duas aberturas, uma porta a nascente e uma pequena janela a poente, através das quais penetra a luz natural. O acesso faz-se a partir de uma canada, daí a designação de “atafona da canada”.

A recuperação da última atafona do Corvo, após a sua aquisição pela Região, constitui mais um motivo de interesse para quem visita a ilha e o seu Centro de Interpretação Ambiental.

Numa ilha classificada como Reserva da Biosfera, esta preservação e esta homenagem à harmonia entre a vivência do Homem e o Meio assume um significado redobrado.

Atividade Árvores Vestidas por Nós

Corvo Arvores

O Parque Natural do Corvo promoveu no domingo, dia 31 de janeiro, a decoração de algumas árvores da Vila. Esta atividade - inserida no programa Parque Aberto - foi o resultado dos trabalhos confecionados em tricot e crochet coloridos, iniciados em finais de novembro passado.

A concretização da atividade, só foi possível graças à dedicação das cerca de 15 participantes, que disponibilizaram várias tardes de domingo para a realização dos trabalhos. O grupo era muito heterogéneo, integrando pessoas de diferentes faixas etárias.

A atividade contou com as preciosas parcerias da Santa Casa da Misericórdia, que gratuitamente nos facultou a utilização do Centro de Convívio, onde o grupo se reunia (semanalmente) para efetuar os trabalhos, o Corpo Nacional de Escutas – Agrupamento do Corvo, através da participação de alguns dos seus elementos e o Artesanato do Corvo, que se responsabilizou pela coordenação dos trabalhos. A todos o nosso agradecimento.

O conjunto dos trabalhos elaborados permitiu a decoração de 5 árvores, distribuídas por diferentes locais da Vila, que assim, se manterão até que a natureza se encarregue de as deteriorar.

A iniciativa tem como tema, o respeito pela natureza e visa sensibilizar a comunidade para a importância da biodiversidade e da preservação da vegetação natural, em particular das espécies autóctones.