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Breve História

 

A nível nacional, foi em 1996 que os contactos entre as tutelas da Educação e do Ambiente nacionais foram formalizados em protocolo, tendo em vista a promoção e o desenvolvimento da Educação Ambiental nas escolas dos ensinos Básico e Secundário.
Ainda nesse ano foi implementada a Rede Nacional de Ecotecas, que foi estruturada como uma malha de equipamentos com a capacidade de apoiar as escolas das regiões onde se inserem no desenvolvimento de atividades de Educação Ambiental e ainda de potenciar uma crescente participação dos cidadãos nas questões ambientais.
As ecotecas foram constituídas a partir de parcerias entre o Instituto de Promoção Ambiental (IPAMB) (atualmente extinto, que pertencia ao Ministério do Ambiente) e outras entidades, como Câmaras Municipais, Áreas Protegidas (Instituto da Conservação da Natureza) e, em alguns casos Organizações Não Governamentais, tendo sido inaugurada a primeira ecoteca em Porto de Mós (concelho de Porto de Mós, distrito de Leiria) em Outubro de 1997.
Nos Açores, sempre houve iniciativas pontuais de educação e sensibilização ambiental realizadas por diversas entidades governamentais e não-governamentais, mas foi em 1998 que foi formalizado um protocolo entre a Direção Regional do Ambiente (DRA) e o IPAMB com o compromisso de estabelecer colaboração no âmbito da educação ambiental e acesso à informação e participação dos cidadãos no domínio do ambiente. No seguimento dessa colaboração, foi iniciada a Rede Regional de Ecotecas dos Açores, e inaugurada a primeira Ecoteca na Região, na ilha do Pico, em Outubro de 1999, gerida pela DRA.
No ano 2000, o programa do então VII Governo Regional dos Açores consagrou as questões de Educação Ambiental de forma explícita, assumindo-as como importantes para a persecução das políticas de Ambiente. A criação de uma Direção de Serviços de Promoção Ambiental (DSPA), integrada na Direção Regional do Ambiente no âmbito da orgânica da Secretaria Regional do Ambiente, a 18 de Abril desse ano, foi sinal de que se pretendia avançar para um trabalho mais organizado e estruturado em matéria de Educação Ambiental.
Desde então, apesar da extinção do IPAMB, a SRAM tem continuado a apostar na promoção de estruturas e programas de Educação Ambiental na Região, através do desenvolvimento da Rede Regional de Ecotecas dos Açores. Até 2010 foram criadas 10 Ecotecas na Região, em todas as ilhas exceto no Corvo (1999 – Ecoteca do Pico; 2000 – Ecoteca da Graciosa e Ecoteca da Ribeira Grande; 2001 – Ecoteca de Ponta Delgada; 2003 – Ecoteca de São Jorge e Ecoteca das Flores; 2005 – Ecoteca do Faial e Ecoteca de Angra do Heroísmo; 2006 – Ecoteca da Lagoa). Estas Ecotecas encontravam-se sob coordenação pedagógica da DSPA, depois alterada para Gabinete de Promoção Ambiental da SRAM, e sob gestão financeira através de protocolo entre a SRAM e associações locais.
Em 2010 e 2011 foram criados novos órgãos de gestão das áreas protegidas dos Açores - os 9 Parques Naturais de Ilha – e extinto o Gabinete de Promoção Ambiental.
A gestão da Rede Regional de Ecotecas, assim como dos Centros de Interpretação Ambiental que têm vindo a ser implementados pela SRAM num regime de funcionamento semelhante ao das Ecotecas, passou para a Azorina, S.A., empresa pública da SRAM.
Neste sentido, os Parques Naturais de Ilha, para além de uma gestão mais eficaz das áreas protegidas a nível local, vieram incluir também os Centros de Interpretação e de Apoio a Visitantes e a Rede Regional de Ecotecas, visando maior coordenação de trabalho a nível de ilha e uma otimização regional dos recursos humanos e financeiros dependentes da SRAM.
A Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, como órgão com competência na área da informação, sensibilização, formação e educação ambiental, tem vindo a promover diversas campanhas e projetos para participação e envolvimento de diferentes públicos-alvo e outros intervenientes. Todos os projetos de educação e sensibilização ambiental em que a SRAM está envolvida representam um esforço para envolver e conseguir o apoio consciente e motivado de todos os sectores da sociedade, sem o qual será impossível assegurar o seu sucesso e atingir os objetivos que nos propomos cumprir.
Importa referir que nas iniciativas promovidas e/ou coordenadas pela SRAM ao longo dos anos, tem sido fulcral o investimento na implementação de parcerias, formais ou informais, que promovem a cooperação e partilha, desenvolvendo-se assim um importante sentido mobilizador de diversas instituições em prol das questões de cariz ambiental. Assim sendo, salienta-se que estas instituições têm vindo a assumir um papel proactivo na EA/EDS do arquipélago, através dos seus conhecimentos, competências e experiências nas mais diversas áreas de atuação.
Destaque para os setores do ensino, Universidade dos Açores e escolas, associações e organizações não-governamentais, serviços públicos, autarquias, comércio e indústria, setor privado e meios de comunicação social.